Modo de apropriação da natureza e territorialidade camponesa: revisitando e ressignificando o conceito de campesinato – Carlos Eduardo Mazzetto

Este artigo destaca a nova relevância do conceito de campesinato, a partir dos dilemas colocados pela questão ambiental às sociedades modernas. Procura resgatar os vários conceitos em questão, a partir dos grandes contrastes entre agricultura familiar e agricultura patronal e entre camponês e fazendeiro, para então diferenciar campesinato de agricultura familiar e colocar o primeiro como o conceito-força capaz de enfrentar, por sua vez, a nova noção que vem reagrupando o patronato rural e articulando mais estreitamente às corporações do sistema agroalimentar: o agronegócio. Essa noção encerra um modo de apropriação da natureza (mercantil) e uma significação do território que é anteposta à territorialidade camponesa – categoria que permite resgatar o debate histórico-conceitual sobre o campesinato, articulando-o à questão socioambiental e à da sustentabilidade que se colocam no século XXI.

Mazzeto Modo de apropriação da natureza e territorialidade camponesa

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s