Gênero, Sexualidade e Educação – Guacira Lopes Louro

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Uma perspectiva pós-estruturalista e um convite à reflexão sobre as questões de gênero de forma bastante aprofundada, orientada e por meio de argumentos que analisam o gênero como categoria de análise. As ponderações da autora nos remetem a considerarmos a posição na qual as mulheres foram subjugadas historicamente como sujeitos, analisarmos as construções sociais e culturais das desigualdades e das diferenças e refletirmos sobre as representações sociais que sempre tiveram o masculino como referencial.

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Manual para uso não sexista da linguagem

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Uma das formas mais sutis de transmitir a discriminação entre mulheres e homens é através da língua, pois esta nada mais é que o reflexo de valores, do pensamento, da sociedade que a cria e utiliza. Nada do que dizemos em cada momento de nossa vida é neutro: todas as palavras têm uma leitura de gênero. Assim, a língua não só reflete, mas também transmite e reforça os estereótipos e papéis considerados adequados para mulheres e homens em uma sociedade. Por isso, a única forma de mudar uma linguagem sexista, excludente e discriminatória, é explicar qual a base ideológica em que ela se sustenta, assim como oferecer alternativas concretas e viáveis de mudança.

Coordenação do Projeto: Julia Pérez Cervera Autoras: Paki Venegas Franco e Julia Pérez Cervera Revisão de estilo: Enrique Manzo Mendoza Ilustrações: Xiráldez

Versão em português: Beatriz Cannabrava

O original terminou-se de imprimir em dezembro de 2006, nas oficinas de Aliusprint S.A. de C.V. Esta nova impressão foi realizada por PROTECA

Esta terceira impressão foi realizada com fundos do UNIFEM

A edição em português foi realizada com o apoio da REPEM (Rede de Educação Popular entre Mulheres da América Latina) para ser distribuída por Internet para o Brasil e países africanos de língua portuguesa.

Manual para uso não sexista da linguagem

O Feminismo mudou a ciência? – Londa Schienbinger

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Porque tão pequeno numero de mulheres se profissionalizam e alcançam sucesso nas Ciências? Qual o impacto cultural das questões de gênero sobre a produção do conhecimento científico, seus pressupostos teóricos, paradigmas e tópicos de pesquisa? Qual o lugar das mulheres na Ciência e na academia? As mulheres elaboram o saber científico de maneira diferente da dos homens? Em suma, há uma forma “feminina” de fazer ciência em oposição ao masculino competitivo e reducionista? Foi pensando nestes questionamentos cruciais para nosso momento histórico que a professora de História da Ciência na Pennsylvania State University, Londa Schienbinger escreveu o livro O Feminismo Mudou a Ciência?

Schienbinger, 2001

Manual de Ginecologia Natural para Mujeres – Rina Nissim

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A autora compara os modelos de ginecologia utilizados pela medicina atual com aqueles que foram experimentados no Centro Piloto constituído no Dispensario Para Mujeres de Genebra, em 1978. As alternativas são várias, mas principalmente aumentar a responsabilidade da mulher com o próprio corpo com um bom conhecimento dele e de sintomas que algumas vezes são subestimados.

Porque nosso corpo é História.

Manual de ginecologia natural