Problemas de Gênero (Capítulo 1) – Judith Butler

problemas-de-gc3aanero-capa

Dito de forma muito resumida, Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade desconstroi o conceito de gênero no qual está baseada toda a teoria feminista. A divisão sexo/ gênero funciona como uma espécie de pilar fundacional da política feminista e parte da idéia de que o sexo é natural e o gênero é socialmente construído. Essa é a premissa que Judith Butler problematizava no livro, primeiro da autora traduzido no Brasil (foi lançado nos Estados Unidos em 1990) e ainda hoje reconhecido como sua obra mais importante. Discutir essa dualidade foi o ponto de partida para que a pensadora questionasse o conceito de mulheres como sujeito do feminismo.

PS: Só temos o capítulo 1 do livro de Butler. Tu tem mais? Envia pra gente!

Butler, 2008.

Gênero, Sexualidade e Educação – Guacira Lopes Louro

ebook-gnero-sexualidade-e-educao-guacira-lopes-louro-1-638

Uma perspectiva pós-estruturalista e um convite à reflexão sobre as questões de gênero de forma bastante aprofundada, orientada e por meio de argumentos que analisam o gênero como categoria de análise. As ponderações da autora nos remetem a considerarmos a posição na qual as mulheres foram subjugadas historicamente como sujeitos, analisarmos as construções sociais e culturais das desigualdades e das diferenças e refletirmos sobre as representações sociais que sempre tiveram o masculino como referencial.

genero-sexualidade-e-educacao-guacira-lopes-louro

Manual para uso não sexista da linguagem

manual-usonaosexistadalinguagem-1-728

Uma das formas mais sutis de transmitir a discriminação entre mulheres e homens é através da língua, pois esta nada mais é que o reflexo de valores, do pensamento, da sociedade que a cria e utiliza. Nada do que dizemos em cada momento de nossa vida é neutro: todas as palavras têm uma leitura de gênero. Assim, a língua não só reflete, mas também transmite e reforça os estereótipos e papéis considerados adequados para mulheres e homens em uma sociedade. Por isso, a única forma de mudar uma linguagem sexista, excludente e discriminatória, é explicar qual a base ideológica em que ela se sustenta, assim como oferecer alternativas concretas e viáveis de mudança.

Coordenação do Projeto: Julia Pérez Cervera Autoras: Paki Venegas Franco e Julia Pérez Cervera Revisão de estilo: Enrique Manzo Mendoza Ilustrações: Xiráldez

Versão em português: Beatriz Cannabrava

O original terminou-se de imprimir em dezembro de 2006, nas oficinas de Aliusprint S.A. de C.V. Esta nova impressão foi realizada por PROTECA

Esta terceira impressão foi realizada com fundos do UNIFEM

A edição em português foi realizada com o apoio da REPEM (Rede de Educação Popular entre Mulheres da América Latina) para ser distribuída por Internet para o Brasil e países africanos de língua portuguesa.

Manual para uso não sexista da linguagem

Gênero e Ciências Humanas – Neuma Aguiar

A pesquisa associada ao ensino, que em nível de graduação teria reduzido a propensão para a militância política estudantil, é hipótese comum enunciada em alguns departamentos de Ciências Humanas no Brasil. Do mesmo modo, analisa-se a relação existente entre pesquisa e estudos universitários de mulheres, quando se discute a melhor maneira de observar o lugar das mulheres nas Ciências Humanas, se por intermédio da pesquisa, do ensino, ou de ambos. A pesquisa reduziria o inte- resse político de estudantes na militância feminista?

Aguiar, 1997

Gênero, Feminismo e Ditaduras no Cone Sul

generofemi

As narrativas sobre os “anos de chumbo” ou os “tempos de ditadura”, nos países do Cone sul: argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai têm sido bastante freqüentes. nos livros, escritos em forma de depoimentos ou coletâneas em sua maioria, são narradas as prisões, as torturas, os exílios, os atos de exceção promovidos pelos governos militares, as organizações armadas, os movimentos de resistência e de direitos humanos. De outro lado também a historiografia tem focalizado ultimamente os movimentos de mulheres e feministas, tanto aqueles chamados de Primeira onda, como os da segunda onda. o que este livro traz como novidade é justamente juntar estas duas questões: gênero e feminismo com ditaduras e todas as suas conseqüências e desdobramentos.

Organizado por Joana Maria Pedro e Cristina SCheibe Wolff.

03062011-101945feminismo-e-ditadurasfinal2

O Mito da Beleza – Naomi Wolf

omitobeleza

Em ‘O mito da beleza’, Naomi Wolf enfrenta o que ela acredita ser a única trincheira ainda por derrubar para que a mulher possa obter sua igualdade em todos os campos. Para mostrar como a indústria da beleza e o culto à bela fêmea manipulam imagens que minam a resistência psicológica e material femininas, reduzindo as conquistas de 20 anos de lutas a ilusões, Naomi escreveu um livro com dados estatísticos.

O Mito da Beleza