História da Sexualidade 1: A vontade de saber e História da Sexualidade 2: O uso dos prazeres – Michel Foucault

  Ao longo dos anos 1970, Michel Foucault dedicou seu trabalho no Collège de France à análise do lugar da sexualidade na sociedade ocidental. Sua reflexão encontrou no sexo e na sexualidade a causa de todos os acontecimentos da vida social. O filósofo empreendeu uma pesquisa histórica, estabelecendo uma antropologia e uma análise dos discursos acerca desse tema tão fundamental para a condição humana. A trilogia que é reconhecidamente um dos grandes trabalhos do pensador ganhou nova capa, com o intuito de valorizar ainda mais a obra que há anos é fonte de pesquisa e consulta para milhares de estudiosos.

FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade 1, A vontade de saber

FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade 2, O uso dos prazeres

Anúncios

Tempo e Narrativa (Volumes 1,2 e 3) – Paul Ricoeur

Capa Tempo e Narrativa P. Ricoeur   Esta postagem reúne três volumes – O Volume 1 a tese fundamental, fundadora do empreendimento, a narrativa que torna acessível a experiência humana do tempo. O Volume 2 põe a prova a teoria da narratividade exposta no primeiro volume, não mais no âmbito da narrativa histórica, mas, dessa vez, no âmbito da narrativa de ficção. O Volume 3 demonstra mais particularmente que a fenomenologia, ao se aprofundar, de santo Agostinho a Heidegger, culmina, em contraposição à cosmologia, com uma incontornável Aporética do tempo. A segunda seção mostra que a Poética da narrativa pode responder a esses impasses do pensamento mobilizando, pela leitura, os recursos entrecruzados da história e da ficção.

RICOEUR, P. Tempo e Narrativa, tomo I / RICOEUR, P. Tempo e Narrativa, tomo II / RICOEUR, P. Tempo e Narrativa, tomo III

As Grandes Obras Políticas de Maquiavel a Nossos Dias – Jean-Jacques Chevalier

Capa As Grandes Obras Políticas de Maquiavel a Nossos DiasLeitura indispensável a todos que se interessam por problemas políticos, jurídicos, pela filosofia da história, origem e sentido da luta ideológica atual. Obra completa, abrangendo todas as publicações fundamentais sobre o tema, iniciando pelo século XVI com Maquiavel e chegando aos pensadores do fascismo e do bolchevismo.

CHEVALIER, J. As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Ser e Tempo – Martin Heidegger (Parte I e II)

Capa certa Ser e Tempo Heidegger   Este é um clássico do filósofo alemão Martin Heidegger, que continua sendo fundamental para aquele indivíduo que pretende conhecer e entender o ser humano de forma integral. A longa trajetória mental deste autor rendeu uma valiosa contribuição intelectual para a humanidade. ‘Ser e tempo’ ultrapassa em muito uma simples obra de filosofia

HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo (Parte I) HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo (Parte II)

Michel Foucault: Sexualidade, Corpo e direito

O livro é organizado por Luís Antônio Francisco de Souza, Thiago Teixeira e Bóris Ribeiro.

Os objetos e caminhos indicados nas investigações de Michel Foucault continuam a verter novas perspectivas para as Ciências Humanas.As investigações meticulosas realizadas pelo autor entre 1950 e inicio de 1980 causaram impactos e reorientaram as perspectivas da problematização da modernidade. Seus modos de busca da verdade auxiliam a compreensão e ampliam os sentidos do presente.

foucault_book

A Escrita da História – Michel de Certeau

Capa A_ESCRITA_DA_HISTORIA_1332723963P   Este livro representa um marco fundamental da moderna teorização sobre a natureza do fazer histórico. Ele foi concebido como uma série de estudos destinados a identificar as etapas- chaves da prática historiográfica e suas diferentes abordagens ao longo do tempo – historicista, semiótica, psicanalítica (freudiana), socioepistemológica. Michel de Certeau procura caracterizar aqui as operações que regulam a escrita da história – a fabricação de um objeto, a organização do tempo, o trabalho de ocultação/deturpação do sentido, a encenação de um relato.

CERTEAU, M. A Escrita da história

A Ideologia Alemã – Friedrich Engels e Karl Marx

Capa A Ideologia AlemãEscrita entre os anos 1845-1846, ‘A ideologia alemã’ representa a primeira exposição estruturada da concepção materialista da história e é o texto central dos autores acerca da religião. Nela eles concluem um acerto de contas com a filosofia de seu tempo – tanto com a obra de Hegel como com os chamados ‘hegelianos de esquerda’, entre os quais Ludwig Feuerbach. A crítica dos dois filósofos ridiculariza o idealismo alemão e articula as categorias essenciais da dialética marxista (como trabalho, modo de produção, forças produtivas, alienação, consciência), constituindo assim um novo corpo teórico.

MARX; ENGELS. A Ideologia Alemã