A Miséria da Teoria ou um Planetário de Erros – E. P. Thompson

14152-MLB2855035493_062012-T A Miséria da Teoria ou um planetário de erros, de E. P. Thompson é um dos livros mais apreciados do historiador marxista inglês. Nele, Thompson critica o estruturalismo marxista de Althusser. Thompson revisa o materialismo histórico a partir de nova categoria tal como experiência de classe, quebrando os moldes que viam o materialismo apenas como modo de produção.

THOMPSON, E. P. A miséria da teoria

A Ideologia Alemã – Friedrich Engels e Karl Marx

Capa A Ideologia AlemãEscrita entre os anos 1845-1846, ‘A ideologia alemã’ representa a primeira exposição estruturada da concepção materialista da história e é o texto central dos autores acerca da religião. Nela eles concluem um acerto de contas com a filosofia de seu tempo – tanto com a obra de Hegel como com os chamados ‘hegelianos de esquerda’, entre os quais Ludwig Feuerbach. A crítica dos dois filósofos ridiculariza o idealismo alemão e articula as categorias essenciais da dialética marxista (como trabalho, modo de produção, forças produtivas, alienação, consciência), constituindo assim um novo corpo teórico.

MARX; ENGELS. A Ideologia Alemã

Marxismo e Filosofia da Linguagem – Mikhail Bakhtin

Capa Marxismo e Filosofia da LinguagemPublicado na Rússia em 1929, Bakhtin procurou desenvolver, nesta obra, uma filosofia da linguagem de fundamento marxista, mas sem as limitações das ortodoxias oficiais da época. A natureza ideológica do signo linguístico, o dinamismo próprio de suas significações, a alteridade que lhe é constitutiva, o signo como arena da luta de classes, as críticas a Saussure são alguns de seus temas.

BAKHTIN, M. Marxismo e Filosofia da Linguagem

A Era das Revoluções – Eric Hobsbawm

Capa -Era-das-Revolucoes    Nesta obra, Eric Hobsbawm discorre acerca de duas revoluções: a Francesa e a Industrial (inglesa). Contemporâneas, causaram importantes modificações na sociedade europeia do fim do século 18 a meados do 19. Aborda também as transformações ocorridas em grande parte do mundo a partir de uma “base europeia” ou “franco-britânica”. Dividida em duas partes, sua narrativa é instigante. Na primeira, trata dos principais desenvolvimentos históricos do período em questão. Na segunda, esboça o tipo de sociedade produzida pelas “revoluções”. O livro fala sobre o surgimento de termos utilizados até hoje como industrial, classe média, nacionalismo, cientista, utilitário. As ilustrações mostram como era a cultura cotidiana do período: transporte, vestimenta, armas, alimentação, trabalho, arquitetura, personagens famosos da época etc.

HOBSBAWM, E. A era das revoluções

A Revolução Francesa – Eric Hobsbawm

Capa A revolução FrancesaA Revolução Industrial transformou as relações de trabalho e impulsionou os setores econômicos, mas a Revolução Francesa atingiu mais fundo. O movimento de 1789 alterou o cotidiano da população, modificou o conceito e o vocabulário do nacionalismo, forneceu códigos legais, um sistema de medidas, enfim ela forneceu a ideologia transformadora que rompeu barreiras, inclusive dos países que resistiam às ideias europeias

HOBSBAWM, Eric. A Revolução Francesa